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Arquivado em arte, charge, filosofices
Tags: arte, Carlos Drummond de Andrade, pintura, poesia, Salvador Dali
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3 Comentários
2 Novembro 2008 às 6:43 pm
Dale Dali!!!!
Tá precisando de pausa é????
2 Novembro 2008 às 10:30 pm
Tod@s precisamos.
Em tempos de ‘quase cólera’, krátos, pode ser lido como poder. Afinal, o que podemos? viver! somente viver.
3 Novembro 2008 às 3:39 pm
Fundamentais, as pausas. Quem nunca pára não tem chance de mudar, não sente o entorno, não contempla. E só quem contempla experimenta o ócio criativo, percebe que deve trocar de direção, recomeçar, renascer.
Então, que todos se dêem à vadiagem vez por outra, se permitam fazer absolutamente nada para prestar atenção ao estilo de vida em que estão mergulhados, rever rumos.
É isso.
Abraço, pedalante
Márcio Campos