Massa Crítica Surreal: O Ninja, O Louco e o Roda Presa

Último dia de 2009 , nomeados piratas com suas bicicletas ocuparam a rodovia dos Imigrantes – Massa Crítica Surreal – leia o relato do Bike Urbanity ( fotos do autor):

Bem, bem ,bem, como a Fenix que ressurge das cinzas aqui estou, um olá á todos.
Senhoras e senhores a Surreal aconteceu, mas não como o esperado, mas aconteceu, a pequena ciclonau partiu apenas com dois tripulantes eu o Ninja e o Mauricio o Louco, como de praxe a Imigrantes já estava parada desde o dia 30 para minha felicidade pois vindo da Av Paulista até a Ricardo Jafet com o Mauricio ao acessá-la (Imigrantes) viemos cortando os carros como navalhas a Surreal começou no dia 30 mesmo isto é incrivel pois por varias vezes ocupei a terceira faixa da mesma em meio aos carros pois o transito na rodovia estava muito lento e chegando próximo ao km 12 da Imigrantes onde á umas residencias á beira da pista os moradores ficaram torcendo pelas bikes em meio aos carros até mesmo um caminhoneiro perguntou se iamos para a baixada e dissemos que sim, pois bem e foi assim até chegar próximo ao pedágio de Diadema quando então símos da Imigrantes, eu fui para minha casa e o Mauricio para dele ele e eu pretendiamos sair por volta das 4:00h da matina mas o Louco tomou Gardenal e ibernou, acabamos por sair 12:00h do dia 31 sol na cabeça e vento na cara.

A partir dái o transito na Imigrantes já estava mais tranquilo porém intenso e foi que nas proximidades do km 20 encontramos um pirata naufrago demos á ele o nome de Roda Presa, o cara é muito corajoso e saberão o porque.

Perguntamos se ele ia para o litoral e ele disse que sim e que estava vindo da Cidade Ademar zona Sul, perguntamos á ele por onde ia e ele disse que iria pela manutenção, e ficamos receosos pois dia 29 um colega da bicicletada tinha ouvido de um policial rodoviário que os “homens” não iriam deixar passar nem mosquito de bike lá pra baixo o que dizer da manutenção. Pois bem não queriamos correr o risco de ir pela manutenção e dar de cara com os portões trancados dissemos ao Roda Presa (Claudio) que iriamos pela rodovia encarando os tuneis mesmo e até os “homens” ele ficou meio assim mas nos acompanhou a bike dele era boa uma T-Type ele estava equipado já o meu amigo Mauricio o Louco foi com sua “Olivia Palito” de 10 marchas sem reduzida e eu com minha “Imperatriz Red Black”.

Passamos por alguns policiais sem problemas, pelo posto da ecovias sem problemas, pelo Pedágião sem problemas, chegando próximo ao rancho da Pamonha no trevo da Imigrantes tinha uma Carreta, isso mesmo uma carreta da Policia Rodoviária montando prontidão era um posto móvel cheio de “homens”, passamos sem olhar na cara deles eu o Ninja dei um sprint o Mauricio o Louco logo atrás e o Claudio o Roda Presa bem atrás, pois bem passamos por mais um problemão e não fomos barrados, apartir daí foi cair para o abraço, Avante Piratas.


Ah, pessoal quando por fim avistamos a placa anunciando o Trecho de descida da Serra, foi só alegria soltamos os freios e fomos com tudo exceto o Roda Presa mas sem muitos problemas a “Olivia Palito” foi que foi embalada e a “Imperatriz Red Black” passou soberana o Louco adentrou ao primeiro tunel completamente com as luzinhas de sua “Olivia Palito” apagadas eu e o Roda Presa me passou no momento que eu parei para acender a lanterna traseira, foi quando uma Viatura da Ecovias na boca do Primeiro Tunel ligou a sirene e pensei comigo, sujou esses caras vão vir atrás da gente ou vão passar o radio para os “homens” nos pegar. Soquei o pé no pedal e “pedala Robinho” só quem desce o Tunel pode descrever a sensação de liberdade e isso na velocidade dos carros a “imperatriz” atingiu a marca de 73km/h quanto á “Olivia Palito” acredito eu que tenha atingido uns 77km/h pois a bichinha desinbesta na descida ainda mais com um Louco no comando quanto ao Roda Presa veio mais atrás pois eu o havia ultrapassado novamento, digo que ele é roda presa pois veio segurando o freio nos tuneis e digo que ele é corajoso pos ele é ciclista de final de semana e não é ninja e nem louco como eu e o Mauricio, o Roda Presa me fez lembrar a Laurinha Sobenes que no inicio de seu pedal pelas ruas topou fazer a invasão da Circo Faixa fora do horário, comigo e com o Paulo Jabardo.Pois bem desviando de carros dentro do tunel  desviando de agua e tendo a consciencia do que estavamos fazendo fomos em frente, conquistamos o primeiro tunel e nada de “homens” embassar, alcancei o Louco e disse “você não ligou a lanterna bora bora pois a ecovias ligou a sirene”, paramos na primeira baia e tiramos fotos para comprovar a destreza. Pois bem chega de fotos hora de encarar o segundo Tunel, a mesma pegada, desvinado dos carros passando e ultrapassando varios carros, ventinho no rosto e muito barulho no ouvido, realmente SURREAL, vencido mais um tunel, bora pro terceiro, pegada punk pirata mais velo e sensação de liberdade enquanto que os motorizados começavam a diminuir a velocidade pois estavam encontrando lentidão á frente nós fizemos o contrário, chegamos finalmente ao final do tunel e por fim chegamos proximo ao litoral só faltou agora decidir para onde ir, o Roda Presa iria para Santos pois pretendia retornar no mesmo dia eu o Ninja e o Mauricio o Louco pegamos o caminho para Peruibe lugar para onde fomos paramos um pouco para bater um papo trocar umas idéias recarregar as energias e seguimos viagem.


Eu e o Mauricio fomos em sentido a Peruibe pela Pe Manoel da Nóbrega um pouco punk pois no seu inicio logo que saímos do tunel depois do lugar onde ficamos parados por um tempo, não há acostamento mas deu para passar pois o transito estava muito lento, seguimos em frente muitos dos carros que passamos pela Imigrantes estavam indo no mesmo sentido, foi divertido pois os caiçaras que vendiam agua na beira de estrada nos incentivavam “vamo lá ciclistas já estão chegando” diziam alguns chegando em Mongagua um dos motorizados que vinha de Sampa nos parabenizou pois tinha nos acompanhado até aquele instante, é pessoal chegamos muito, mas muito antes que muitos motorizados que estavam no mesmo caminho, descidimos parar em Mongagua pois o Louco estava moído pois ele leva uma Urna do Cavaleiro de Andromeda nas costas e a mesma pesa uns 30kg eu estava com minha urna também um pouco menos pesada mas com muita agua dentro, refri, miojo (club social do pobre) barrinhas e só pessoal.
Conquistamos as Praias de Mongagua ali descansamos um pouco, ainda estava sol, era por volta de 16:00h aproximadamente, fomos pela ciclovia da orla quando bem lá na frente começou á chover, nos escondemos num pequeno quiosque, a chuva passou e seguimos em frente, saímos da ciclovia e fomos por dentro mais á frente acessamos uma ciclovia paralela á rodovia Pe manoel da Nóbrega, precisavamos de comprar mantimentos mas os supermercados estavam lotados, mais a frente encontramos um outo supermercado que não estava em diferentes condições, enquanto o Louco foi comprar mais mantimentos, o Ninja montava prontidão, e nada do louco aparecer a fila estava infindável, em dado momento começou a chuviscar decidi retirar as duas bikes defronte do supermercado e se abrigar em duas pequena arvores do outro lado da rua, foi quando o tsunami tomou conta derepente o mundo acabou em agua e as arvorezinhas não seguravam muita coisa enquanto isso eu estava batendo papo com uns maluquinhos que estavam se escondendo da chuva também.A chuva passou meu colega apareceu e seguimos viagem rumo á Peruíbe, chegamos em Itanhanhém já era noite, uma particularidade de Itanhanhém é que há ciclovia em plena Rodovia Pe manoel da Nóbrega com sinalização e tudo e detalhe há placas refletivas orientando os motoristas para tomarem cuidado com os motoristas e ciclistas, “show de pedal” fiquei super contente, imaginem isso em Sampa e região da grande São Paulo pedalamos e pedalamos no manto negro da escuridão só a brisa no rosto vimos até vag-lumes coisa que não via há muito tempo. Paramos em um posto de gasolina para fazermos alguns ajustes nas bikes e para perguntar quanto faltava para chegar em na entrada principal de Peruíbe, segundo o frentista faltavam 9 Km e realmente chegamos em Peruíbe por volta das 23:00h e no centro 23:20 aproximadamente paramos em frente a Igreja Matriz e ali ficamos descansando um pouco enquanto que batiamos papo com um senhor que por mera coincidencia é um conterrâneo meu Diademense que vive não muito longe de casa o mesmo tem casa em Peruíbe também, peguei o contato com ele pedimos umas informações passou algum tempo e começou a bagunça dos fogos após chuva passageira. Fomos para a Rodoviária e lá mesmo dormimos no começo eramos só nós dois depois outros gostaram da idéia até as 6:30h da matina ficamos por lá nesse interim batemos um papo com um ali outro aqui até o segurança da rodoviária foi amistoso conosco, quando foi umas 6:50h aproximadamente fomos até a orla da praia contemplar o mar, só contemplar mesmo por que entrar nem pensar o mesmo estava muito bravo e a ventania era tremenda que até derrubou nossas bikes que stavam estacionadas, pensavamos ficar um pouco mais mas a ventania estava trazendo uma imensa borrasca chuvinha tal que iria persistir o dia inteiro, e antes que piorasse resolvemos voltar para o terminal para pgarmos o busão de volta para São Paulo.
Chegando no terminal novamente, compramos as passagens no valor unitário de R$30,35, isto já eram 7:55h com o onibus para sair ás 8:00h pois bem quando o mesmo chegou e fomos embarcar as bikes o motorista com uma cara um pouco fechada disse:
Eu não posso levar as bicicletas não. Eu disse mas porque não, ele disse que só embarcaria as mesmas com apresentação de nota fiscal das mesmas, coisa que o funcionário do guichê nem se quer nos informou,  o motorista disse para eu ir conversar com seu superior e foi isso que fiz falei com um rapaz do guichê amigavelmente e ele conversou com seu encarregado que “liberou” o embarque das mesmas, no caso ele disse que isso era lei e que a apresentaçaõ d nota se fazia necessária por haver a incidência grande de roubos de bicicletas, mas eu até mesmo disse que minha bike foi montada peça por peça e não comprada pronta, o mesmo até mesmo me orientou a conseguir uma nota de uma parte mais importante da bique como o quadro por exemplo. Portanto pessoal aqui vai a dica, se vai viajar para longe e vai voltar de busão tenha algum documento que comprove que a bike é sua, poderá até dizer ah, mas essa bique eu ganhei ou é uma bike velhinha de 1900, ou a impresa de onibus tal autoriza o embarque enquanto que esta não, não interessa ande previnido para não passar por uma dessas e não digam que não avisei.
Por fim conseguimos embarcar e voltamos debaixo de garoa para São Paulo e assim se deu o dia todo garoa e mais garoa mas tive a alegria de poder ter conquistado o Litoral na companhia de mais um outro pirata e ter cantado:
Bicicletada Surreal
Ciclista Pirata rumo ao litoral
Junte-se á ela e seja leal
Pra quem é ciclista e tem ideal
Pedal pelas ruas um sonho real
Ciclista Pirata rumo ao litoral
Rumo ao litoral, rumo ao litoral, rumo ao Litoral…


Na minha opinião descer pela rodovia não tem preço…
Na opinião do Mauricío descer pela rodovia é três vezes mais seguro que ir pela manutenção mesmo encarando os tuneis.
Na opinião do Roda Presa (Claudio) não tem igual, mesmo ele sendo ciclista só de final de semana ele conseguiu esta proeza.

Agora eu pergunto vão arregar o ano que vem também?”

BikeUrbanity

leia + em:

Pode levar Bicicleta

Babikers

-.-.-.-.-

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5 Comentários

Arquivado em Bicicletada, bicicletas, Cicloturismo, massa crítica, Memória

5 Respostas para “Massa Crítica Surreal: O Ninja, O Louco e o Roda Presa

  1. Pingback: Tweets that mention Massa Crítica Surreal: O Ninja, O Louco e o Roda Presa « Pedalante -- Topsy.com

  2. XpK

    Capitán Urbanidad y Tripulación!

    Yo los saludo.

    XpK.

  3. créscio

    RIDÍCULO, VÃO TRABALHAR CAMBADA DE VAGABUNDOS !!!

  4. Raul Brasilidade

    Cada um tem seu hobbie, pensa antes de comentar, e tenha o mínimo de simancol. Pelos assim você não se passa por otário.

  5. Pingback: Ciclonau Chegou | Pedalante

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