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Na marcha das vadias SP 2013

25/05 | 12h. A Marcha das Vadias de São Paulo, assim como a Marchas das Vadias no mundo, marcha para que a sociedade entenda que as mulheres não são responsáveis pela violência que sofrem. A sobrevivente NUNCA é culpada. Culpado é o agressor.

As bicicletas na Marcha das Vadias 2013

A concentração foi na praça do ciclista [ avenida paulista x rua da consoloção]; Mulheres e homens pedalaram participando da Marcha das Vadias em São Paulo – pedalando da praça do ciclista, avenida paulista, rua augusta e terminando na praça roosevelt.

As bicicletas na Marcha das Vadias 2013

As bicicletas na Marcha das Vadias 2013

 

As bicicletas na Marcha das Vadias 2013

 

As bicicletas na Marcha das Vadias 2013

 

As bicicletas na Marcha das Vadias 2013

 

As bicicletas na Marcha das Vadias 2013

 

As bicicletas na Marcha das Vadias 2013

 

As bicicletas na Marcha das Vadias 2013

 

As bicicletas na Marcha das Vadias 2013

 

 

e o aparelho de repressão do estado, na forma hype

As bicicletas na Marcha das Vadias 2013

 

As bicicletas na Marcha das Vadias 2013

 

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As bicicletas na Marcha das Vadias 2013

 

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Fim da Violência contra as MULHERES

Imagem

A T E N ÇÃO,

Ontem [06/08/2012, às 19h30 ] o táxi placa Placa é ECT-6213, modelo Palio Adventure. tentou assassinar uma MULHER. Nossa amiga  Marina Merlo sofreu uma tentativa de assassinato.*

“Um imbecil de um taxista passou minha descida toda de bike da Rua Augusta, sentido centro, tentando me derrubar. Quase não havia outros carros junto com a gente na pista, o que me faz ter certeza que foi proposital – ou que outros motivos ele teria para dirigir tão irregularmente?
Mesmo eu estando na lateral direita, dando espaço para qualquer carro passar, com iluminação traseira e sinalizando com as mãos, esse maldito ficou jogando o carro contra mim, me jogando na calçada, e cortando minha frente sem sinalização e freando de forma brusca logo em seguida, INSISTENTEMENTE.
Farol após farol, repetia os movimentos, até que sua última tentativa foi uma ultrapassagem seguida de conversão, desrespeitando minha preferencial.
Por pouco não me derrubou, mas me deu uma torsão no punho enquanto tentava me manter na bicicleta.

* Se você, que nos lê sofre/sofreu violência semelhante, leia a dica do W. Cruz:

Denuncie ao DTP: 2692-3302 / 2692-4094 / 2291-5416 (seg-sex, 8h-17h). Também registre denúncia no 156. Se conseguir alguma testemunha, registre BO por tentativa de lesão corporal. NÃO É BO DE TRÂNSITO, é em uma delegacia mesmo. Mas só se tiver testemunha, senão não adianta nada.

…………..

Outro caso de violência contra a mulher

Relato/desabafo da Renata Cardamoni

“sábado[04/08/2012] segurei no semáforo o taxista que me deu uma fina. como travou o trânsito, ele recebeu uma pressão dos colegas pra parar de me xingar. é difícil lidar…

…………….

A solidariedade na rede:

Cíntia Barenho: “Pois então Marina, nós mulheres feministas denunciamos a sistemática agressão/violência/opressão vivenciado por nṍs mulheres seja onde estivermos e/ou formos. Seja no trânsito (andando de bici com FDP como esse que usou carro como arma contra vc, num ônibus pensamos 2x ao usar mais roupa curta), nas ruas (com aquelas chinelagens grosseiras que ouvimos como se estivessemos numa vitrine à mostra), nas nossas casas e por ai. Não podemos ficar caladas nunca! Agora mesmo, com as olímpiadas é deplorável o machismo da cobertura jornalista (ou não, acho que ta longe de ser jornalismo) sobre as atletas femininas… enfim. Nossa luta é todo o dia!”

Elaine Campos:” Gente, que absurdo! É preciso denunciar sim! Vou enviar para outras compas! Sororidade feminista!”

outras leituras:

Da desigualdade de gênero

.-.-.-.–…-

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Beijaço

Um ‘beijaço’ (Kiss in) acontecerá (hoje) dia 07 de fevereiro na Avenida Paulista, esquina com Rua Augusta, às 17 horas na cidade de São Paulo.

Trata-se de um ato público, organizado por tuiteiros que usam o ciberativismo como ferramenta de mudança social.

Dele, participam mulheres e homens; homo, hétero e bissexuais, travestis e transexuais. Pessoas preocupadas em defender medidas históricas contempladas no 3º Plano Nacional de Direitos Humanos, apresentado pela Secretária Nacional de Direitos Humanos do Governo Federal.

Dentre estes direitos estão: a união civil entre pessoas do mesmo sexo, a criminalização da homofobia, a legalização do aborto e a adoção homoparental. Estas propostas foram duramente atacadas, sobretudo por setores da imprensa e por lideranças religiosas católicas (CNBB).

Em defesa do PNDH3, os participantes do Beijaço querem, por meio de sua afetividade, vir a público expressar seu comprometimento e apoio a implementação destas políticas públicas, e ainda expressar seu repúdio ao ataque vazio e fanático do qual o plano está sendo vítima.

Visto que a laicidade do Estado é garantida em constituição, não há motivo justo que barre a aprovação desse projeto, a não ser o ranço reacionário que atravanca sua aprovação.

O 3º Plano Nacional de Direitos Humanos foi amplamente discutido na Conferência Nacional de Direitos Humanos em 2008. Ao ser divulgado, entretanto, em dezembro do ano passado, passou a ser criticado e distorcido por setores da sociedade brasileira que querem que sejam públicos os seus interesses privados. Entre estes setores está a direita partidária, a imprensa conservadora e setores reacionários religiosos.

O PNDH3 toca em questões fundamentais para a sociedade brasileira, e busca corrigir distorções graves relativas aos direitos do cidadão brasileiro. As ações propostas pelo Plano colocariam o Brasil lado a lado com países que há tempos respeitam o indivíduo e sua dignidade.

É por isso que, visando justiça, liberdade e igualdade ele recomenda: a descriminalização e a legalização do aborto, bem como sua realização na rede pública de saúde, o apoio a uma legislação que garanta igualdade jurídica para os cidadãos LGBT, como a lei que reconhece a união civil entre pessoas do mesmo sexo, recomenda que se assegure um marco jurídico na questão dos conflitos agrários e, por fim, recomenda a instituição de uma comissão para investigar os crimes de tortura perpetrados pelo exército durante a ditadura militar.

O plano também prevê o cumprimento da Constituição quanto ao caráter laico do Estado brasileiro e pede a retirada de ícones religiosos de instituições públicas, para preservar os valores da igualdade na diversidade, alteridade e a valorização da pluralidade.

Setores da sociedade brasileira que habitualmente escondem seu conservadorismo em uma retórica politicamente correta foram finalmente evidenciados por seu caráter retrógrado, anti-libertário e preconceituoso.

Por isso, convocamos a todos que, tão indignados como nós com a perseguição ao PNDH3, querem se manifestar de forma pacífica, bem humorada e afetuosa, a comparecer à esquina da Avenida Paulista com a Rua Augusta, espaço tão diverso da cidade de São Paulo, no dia 7 de fevereiro, domingo, às 17 horas, para promover um beijaço em favor da liberdade e do respeito a todas as formas de amor e a livre escolha.

A ideia é mostrar, com muita alegria, que as pessoas são diferentes umas das outras, nascem, vivem, se beijam, amam, se relacionam com quem bem entendem, e independente de um ou outro grupo que torce o nariz, sua vida vai continuar acontecendo no anonimato de suas casas.

Não adianta um padre, um jornalista ou um senador achar que vai impedir os gays de constituir família, as mulheres de dispor de suas vidas ou o mundo de girar.

Isso acontece, e o PNDH, as militâncias e lutas sociais servem para reconhecer essa existência e garantir que o Estado não negligencie nenhum cidadão ou lhe tire o direito à dignidade.

info dos 300

leia mais tb

Global Voice – aqui

Cultivando a Verdade – aqui

Revista Brasileiros – aqui

Sakamoto – aqui

Boca no Trombone – aqui

Tsavkko – aqui

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