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Terra da garoa

arte: tcnbaggins

arte: tcnbaggins

da Gira Me,

” Nos últimos dias, diversas pessoas indignadas com as obras de ampliação da Marginal Tietê têm feito vistorias locais e documentado em fotos, vídeos e textos o massacre de árvores gigantescas localizadas nas poucas áreas verdes que ainda restam nas margens do rio Tietê e que serão destruídas pelo asfalto.

Ontem um grupo realizou a primeira de uma série de ações para denunciar essa insanidade:”

O governo tem VERGONHA da sua Freeway? (CicloBR)

Homenagem as árvores vítimas do Ecocídio (CicloBR)

Fotos de ontem no canteiro da Marginal Tietê (Luciano Ogura)

Sobre projetos semelhantes:
A revolta das freeways – Em qual cidade você quer viver? (Apocalipse Motorizado)

Assine:
Moção de Protesto e Repúdio elaborada pelo Grupo de Patrimônio Histórico do IAB-SP sobre o projeto de Ampliação das Pistas da Via Marginal do Rio Tietê

Arte: tcnbaggins

Arte: tcnbaggins

leia tb:

Freeway do serra ainda lhe resta alguma dúvida (igual a você)

Marginal Tietê: cemitério (gira-me)

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Arquivado em bicicletas, leituras, Memória, movimentos sociais, protestos, transporte público

the potenciality of storming heaven

Dica da Gira-me (via lista de dsicussão da bicicletada/sp)

“um debate no ay carmela! sobre a rebelião de dezembro na grécia
com um jornalista grego, kriton iliopoulos, que foi muito interessante. assistimos um vídeo inspirador sobre a rebelião, com legendas em inglês,(…)”

cont do vídeo (2) (3) e (4)

para entender

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Entre São Paulo e Campinas

Arte: Gira-me - adaptada
Arte: Gira-me – adaptada

Em Campinas, amanhã:

Arte: demorares
Arte: demoraes

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Ciclo de Projeções Independentes em Espaços Libertários

Ciclo de Projeções Independentes em Espaços Libertários
De 29.04 a 03.05

ciclo_projecoes_espacos_libertarios

29 de ABRIL (Quarta-feira) a partir das 20h
Projeções + debates
Filme: “Não começou em Seattle, não vai terminar em Quebec” (CMI)

Local: ESPAÇO AY CARMELA!
Endereço: Rua das Carmelitas, 140 – Próximo ao Metrô Sé (Saída Poupatempo)

30 de ABRIL (Quinta-feira) a partir das 20h
Projeções + debates
Filmes: “Ilha das Flores” + “Sabotage (documentário)” + curtas

Local: CICAS – Centro Independente de Cultura Alternativa e Social
Endereço: Pça Padre João Bosco Penido Burnier – Vila Sabrina (ZN)
(Esquina da Avenida do Poeta x Rua Carlos Calvo, ponto final do Correio/Vl. Sabrina 1156/2181)

1º de MAIO (Sexta) a partir das 16h
Aniversário do FORMIGUEIRO

Projeções + debates + shows + expos
Filmes: “ O Espaço do Baixo e Vil” , “Periferias Paulistas”, “Botinada”, “Hype – História do Grunge” + curtas
Shows de: Água Pesada, Popstars Acid Killers, Roswell, Violent Noise
+ Expo de fotos “Brisas Fotográficas”
+ Expo de Quadros – Heavy
+ Stencil ao vivo – Píer Conv.
+ Banca de Camisetas – Tomate

Endereço: Rua Dr. Paulo de Queirós, 990 – Jd. Nove de Julho (ZL)

02 de MAIO (Sábado) a partir das 17h
Projeção de curtas ao ar livre + debates sobre intervenção urbana

Local: CASA ABERTA
Endereço: Pça Santo Epifânio, 275 – Butantã (ZS)
(próx. à saída de pedestres da vl. Indiana, altura da casa do norte da av. Corifeu de Azevedo Marques)

03 de MAIO (Domingo) a partir das 14h
Projeções + Debate sobre produções alternativas de alimentos
Filme: “Poder da Comunidade” + curtas

Local: CASA DA LAGARTIXA PRETA
Endereço: Rua Alcides de Queiroz, 161 – Casa Branca – Santo André (ABC)
(15 min. da Estação Santo André / Prefeito Celso Daniel)

Entrada gratuita em todos os eventos.

REALIZAÇÃO:

Ativismo ABC
CasAberta
Casa da Lagartixa Preta
CICAS – Centro Independente de Cultura Alternativa e Social
CMI – Centro de Mídia Independente / Coletivo São Paulo
Coletivo Anarquista Terra Livre
Espaço Ay Carmela!
FCV – Fórum Centro Vivo
Formigueiro Rock Bar
Sinfonia de Cães

info/convite via( lista)   Gira Me

Rotas:

Ay Carmela!

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Carropatia

Dica Gira-Me

O carro: pane de libido?

Le Monde –  Pascal Bruckner*

Foto: Falanstérios

Foto: Falanstério

São milhares de carcaças novas que, por toda a Europa e Estados Unidos, formam filas nos pátios, sob galpões, e esperam em vão por um comprador. Em nada lembram os clássicos cemitérios de carros, com seus montes de latarias amassadas, de chassis danificados apodrecendo em um terreno baldio, como o mítico Cadillac Ranch na Route 66 nos Estados Unidos, monolitos de metal pintados de forma grotesca, enfiados na areia do deserto californiano. Estes testemunhavam a vitalidade de uma indústria que largava atrás de si seus dejetos.

Foto: Falanstério

Foto: Falanstério

Os cemitérios de hoje vivem uma pane do sistema. A crise acelera uma aversão crescente pelo automóvel. Os glutões 4 x 4 são denunciados nos Estados Unidos pelos grupos evangélicos que veem neles símbolos de uma arrogância contrária aos ensinamentos de Cristo! Em toda parte os grandes fabricantes fecham usinas, reduzem a produção, declaram falência, demitem a torto e a direito. Fim de um objeto de fetiche que foi herói do século XX e criou em sua esteira tantas obras-primas, pequenas maravilhas da mecânica.

As mudanças na demografia anulam o direito à mobilidade. Tão maravilhoso quanto reservado a uma minoria, o carro, uma vez popularizado, se transforma em pesadelo, tornando cada motorista em prisioneiro de seu veículo, além de ser dispendioso. Fim da rapidez, da generalização do engarrafamento, do acidente como mostram tantas obras literárias ou cinematográficas.

Alienação e inércia

O escritor Roberto Calasso bem disse: “A democracia é o acesso de todos a bens que não existem mais”. Acrescente a esse descrédito o encarecimento dos custos do petróleo e sobretudo a acusação feita pelo discurso ecológico sobre essa indústria, poluente e incômoda. Antes símbolo de liberdade, o carro se tornou símbolo de alienação e inércia. A máquina que devorava o espaço se afundou em uma coagulação generalizada. O maravilhoso automóvel se transformou em banheira, lixeira barulhenta da qual fugimos horrorizados.

Foto: Falanstério

Foto: Falanstério

Não se trata de um simples regime ou dieta provisória antes de retomar a orgia: é realmente a conclusão de um ciclo. Claro, sempre se fabricarão carros, mas limpos, elétricos, pequenos, que não emitam nenhum gás carbônico, e recarregáveis na tomada.

A Califórnia comercializa há alguns anos o Tesla Roadster, um conversível limpo, escolhido pelos astros, e o prefeito Bertrand Delanoë logo lançará em Paris um sistema Autolib’ nos mesmos moldes do Vélib’: pequenos veículos elétricos que podem ser alugados por hora ou por dia. Seremos todos “ecocidadãos responsáveis”, pegaremos o ônibus, o bonde, o metrô, pararemos de financiar, por meio de nossa gana por petróleo, as ditaduras sanguinárias ou os regimes opressores.

Foto: Falanstério

Foto: Falanstério

Mas como é um carro que não é nem chamativo, nem poluente, nem barulhento? Um meio de transporte, não um objeto de desejo. A ecologia tem razão, e é por isso que ela nunca suscitará o entusiasmo, uma vez que suas palavras de ordem são economia, privação e precaução. Fim da ostentação dos carrões que esmagavam com seu luxo a multidão de pedestres; fim das façanhas dos amantes de velocidade que brincavam de acelerações vertiginosas e flertavam com a morte a cada curva.

Foto: Falanstério

Foto: Falanstério

As acusações de Ivan Ilitch, André Gorz ou René Dumont em nada o afetaram. Foi preciso uma deserção global para que o sonho automobilístico perdesse seu encanto e que as vendas despencassem. Mas nunca se mata uma paixão sem antes substituí-la por outra. Nossas reluzentes máquinas já são substituídas pelos laptops, os computadores que respondem ao duplo princípio de independência e locomoção: estamos em todos os lugares sem sair de casa, ligados a todos sem estar com ninguém. No lugar dos monstros consumidores de energia, telas ultraplanas de funções múltiplas, em uma ferramenta de algumas centenas de gramas. É um novo paradigma que mexe com o indivíduo contemporâneo em uma era inédita de autossuficiência e mobilidade.

Foto: Falanstério

Não é o mercado que agoniza, é uma forma ultrapassada de capitalismo que desaparece porque deixou de ser desejável.

*Pascal Bruckner é escritor e ensaísta. Tradução: Lana Lim

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Outras leituras:

– Sobre os acidentes no trânsito paulistano: (1) (2) (3) (4) (5)

Curtas da carrocracia

Internamos crianças para poder dirigir

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Quarta filmográfica

Depois da folia carnavalesca (alguns foram pedalar por estradas distantes e outros aqui ficaram) , diz a tradição, que na quarta-feira de cinzas é o dia de se preparar para a quaresma:  pedalar durante 40 dias, faça chuva ou sol.

Nos preparativos, um filme premiado: As bicicletas de Belleville.

bevillle

Sobre:

– Cinema e Carnaval no Gira-Me

CicloCarnaval:

  • Minas Gerais e Paraná

– Ecologia Urbana – Bons ( e ruins) ) exemplos

– Pedaleiro – segunda

  • Em Sorocaba

– El diário de Notas y Fotografías (1) (2) (3) (4) (5) (6) (7) (8) (9)

– Feliz Cidade Feliz (I) (II) (III) (IV) ( V)

– Bruno Giorgi: Fotos, Vídeo (1) (2)

Cinema e Bicicletas

No Pedivela

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Prêmio Dardos

selodardos

“O que é o Prêmio Dardos?

Com o Prêmio Dardos se reconhecem os valores que cada blogueiro emprega ao transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc. Que, em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre suas palavras. Esses selos foram criados com a intenção de promover a confraternização entre os blogueiros, uma forma de demonstrar carinho e reconhecimento por um trabalho que agregue valor à Web.”

O texto acima foi extraído do blog “Fuxucamarimbondo“, que gentilmente nos agraciou com este prêmio. As regras para o selo

Prêmio Dardos são:

1 – Colocar a imagem do selo no seu blog;

2 – Linkar a pessoa que te indicou;

3 – Indicar mais 15 pessoas ao prêmio;

4 – Comentar no blog dos indicados sobre esta postagem.

O Pedalante indica ao Prêmio Dardos:

1- Saia Na noite

2- Falanstério

3- Aninha

4- Feliz cidade feliz

5- El diário de notas y fotografias

6- Babikers

7- Eu vou voando

8- Lcmc

9- Menina Malouca

10 – Fixa Sampa

11- Gira-me

12- Pé de vela

13- Boca no Trombone

14- Bicicletada Guarapuava

15- Contraponto e fuga

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